Sem dúvida alguma o melhor presente que podemos deixar para uma criança é o ensino do conhecimento e temor do Senhor. Mas também há outras questões básicas que precisamos refletir. Elas não precisam apenas de um dia feliz. Não me refiro apenas ao direito básico de brincar e sim ao direito de viver em abundância. 

É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, os direitos referentes à vida, à saúde e à alimentação, educação, a fé, entre outros. Em meio a tantas informações modernas e confusas, é propício afirmar que toda criança precisa ser ensinada em respeito ao seu gênero e direcionada com amor a saber quem é diante de Deus e da sociedade e ser protegida de constantes investidas da mídia e sistema maligno.

Desde o dia em que nasce, toda criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país. Isso me lembra que toda criança já nasce cidadão do céu. E é nosso dever trabalhar e investir para que sua cidadania celeste não se perca pelo caminho. Leve seu filho a uma boa igreja. Mas não apenas leve, caminhe com ele. Nossos filhos aprenderam mais pelo que enxergam em nós do que pelo que falamos.

Toda criança precisa ser respeitada no seu tempo e na sua sexualidade. Crianças não deveriam ser expostas a músicas e danças obscenas, a sexualização precoce no modo de tratar, vestir, etc. Tudo isso só favorece ainda mais a naturalização dos abusos que muitas delas infelizmente já sofrem e as vezes por parte de quem as deveria proteger. Abusos físicos, psicológicos, domésticos… Fique atento. Cuide dos pequeninos com amor. E, por último, seja como uma. Isso mesmo que você leu. 

Os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: "Quem é o maior no Reino dos céus?" Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: "Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus. 

Mateus 18.1-4


Pr. Jader Medeiros